segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Meet me at the top

Já lá vão alguns meses desde a última vez que cá vim.
Sinceramente, nem sei bem o que vim cá fazer, mas este "sitio" sempre me soube a casa. Sempre foi o mais intimo de mim e do que me é permitido partilhar. E por isso gosto. Gosto de vir aqui e ver o quanto evolui. Ver que a minha vida não parou (sim, porque este blog já tens uns belos anos), que andei para a frente, que aprendi com os meus erros. Que cresci. E esta página mostra-me isso mesmo: a minha evolução, o meu crescimento. É quase uma forma de me acompanhar a mim mesma, de me relembrar que tudo passa, tudo muda.
Penso muitas vezes no quanto a minha vida mudou num ano. Este último foi um ano muito duro, pessoal e profissionalmente. Mas foi, sem duvida, um ano como nenhum outro.
A minha vida deu uma volta gigantesca, como eu nunca pensei ser possível, mas sou tão mais feliz e realizada.
Espero que 2018 seja um ano de sucesso, acima de tudo profissional, que possa andar para a frente e descobrir o meu caminho.
Prestes a terminar um dos maiores desafios da minha vida, eu vou ser capaz. E, daqui a um ano, estarei a dizer exactamente isso: que fui capaz!
Um beijinho a todos os que (ainda) me vão seguindo 💗

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

"Falling for him wasn't falling at all. It was walking into a house and suddenly knowing you're home."

Neste mundo há vários tipos de pessoas. As boas, as más, as simpáticas, as fúteis...
Depois há a nossa pessoa. Aquela que tu sabes que é onde pertences, aquela cujo abraço é o sitio mais reconfortante do mundo. Aquela com quem queres partilhar uma vida, uma família.
Tu és esse tipo de pessoa: és a minha pessoa. És aquele que sabe sempre o que dizer. Aquele que , sem precisar de palavras, sabe exatamente o que se passa e como ajudar. És aquele que tem o melhor abraço do mundo, o colo mais carinhoso, o beijo mais apaixonado. És aquele onde eu me sinto em casa, onde talvez tenha sentido sempre, mesmo sem saber. És aquele que faz as saudades apertarem de cada vez que estás longe, aquele que diz o meu nome e , de repente, parece mais bonito.
És tu, é contigo , connosco, que eu quero ficar toda a vida. És a minha casa, o meu melhor amigo, o meu amor. Vais ser, um dia, a minha família!
Aquilo que nós partilhamos não é descritível, não é possível sequer explicar. Aquilo que vivemos, desde as coisas mais pequenas,às mais intensas, é tudo tão bom. O simples facto de me deitar ao teu lado, de andar de mãos dadas contigo na rua, nem imaginas! É tão bom poder dizer que sou tua namorada. Ouvir-te dizer que sou linda e que vou casar contigo. E eu sei, é bom ouvires-me dizer que não me importava de casar já, de um dia ter um filho teu , ou dois,...
E não, não acredito que isto tenha aparecido do nada, de repente. Estou certa de que sempre existiu. Apenas nunca me permiti sinto-lo, até ser impossível ignorar o óbvio.
Eu sei, para ti é tudo tão simples quanto é para mim. A cumplicidade, o amor, o respeito. Tudo quanto partilhamos parece vir de anos e anos de relação. E prova disso é tudo o que vivemos agora, do quão felizes somos juntos. Do quanto nos completamos. E desde o primeiro beijo que eu soube, por mais que não quisesse admitir, que iríamos ser muito mais do que amigos, do que "melhores-amigos". Ainda bem que tinha(s) razão :)
É tudo tão bom. Tão bom que quero ter isto, assim!, o resto da minha vida! Porque eu sei que o futuro me reserva uma vida linda e, sobretudo, muito feliz, ao teu lado!
Amo-te, mais do que algum dia pensei ser possível. E sim, um dia vou casar-me contigo, todos os dias!
Obrigada a quem te pôs no meu caminho, finalmente estou em casa...






"Falling for him wasn't falling at all. It was walking into a house and suddenly knowing you're home."

terça-feira, 16 de maio de 2017

Desabafos...

A vida tem o estranho hábito de nos trocar as voltas. Às vezes, queremos muito ficar e ela obriga-nos a partir. Outras, queremos partir e acabamos por ficar.
Tira da nossa vida pessoas que pensamos que nela teriam que permanecer para sempre, e coloca no nosso caminho as personagens mais improváveis.
Eu sou aquele tipo de pessoa que acredita que nada acontece por acaso. Tudo na vida tem um propósito, mas nem sempre damos conta. Tudo é uma lição. E acredito mesmo que todo o sofrimento pelo qual passamos é necessário, é uma experiência. Todo o sofrimento trará algo de bom. Se não for agora, será mais tarde. Mas nunca é em vão.
Acredito piamente que coisas boas terminam para dar lugar a coisas melhores. Assim é a vida, não é? O que um dia é nosso, no dia seguinte pode ser de outra pessoa. Um dia somos muito felizes e no dia seguinte tudo desaba.
Ouvi dizer que cada coração partido é um desgosto mais próximo do amor da nossa vida. Se é verdade ou não, não sei. Só sei que num ápice tudo muda e tu vês a tua vida de pernas para o ar. Mas, às vezes, de pernas para o ar é a posição certa.


"Ás vezes, quando as coisas estão a desmoronar, na realidade podem estar a compor-se"

sábado, 6 de maio de 2017

Quero ser fit, e agora? #11

“Corpos de Verão? Sim ou não?”

Olá meus queridos!
O Verão está aí à porta e estes dias quentes já convidam a uma ida à praia ou vestir aqueles calções e aquele top, não é verdade? Mas (e não digam que não) todos temos alguma coisa que não gostamos de ver: ou é aquela barriguinha que não devia estar lá, ou a celulite (o maior inimigo das mulheres), a falta ou o excesso de peito… 
As queixas são infinitas e,chegando esta altura do ano, sinto que as pessoas (mais as mulheres) se sentem com mais vontade de trabalhar o corpo para o exibir no Verão. Diariamente ouço muitas coisas do género: “Tenho mesmo que perder 5 quilos até o Verão para o biquíni ficar como uma luva”; “Quero um corpo top para ir de férias”; “vou fazer muito abdominais e agachamentos para ficar com a barriga lisa e um rabo grande porque quero um corpo de Verão.” Podem não acreditar mas ouço coisas deste género e até piores. 
A questão que coloco é: mas será que existem corpos de Verão? Digo-vos já que, na minha opinião, a resposta é um redondo NÃO! 
Um corpo de Verão é um corpo onde te sentes bem, onde és feliz e que amas cada pedacinho, cada estria, cada dobrinha. 
Eu sei que podem estar a pensar que se tenho esta opinião, para quê fazer tantos sacríficos na alimentação e no exercício? Como já disse muitas vezes, eu também já fui daquelas pessoas que no Verão não queria ir à praia, evitava piscinas públicas, tinha vergonha de vestir uns calções. E porquê? Porque tinha complexos com o corpo. E quis mudar isso, para puder gostar mais de mim! Não só no Verão, mas no ano inteiro. E digo isto porque nesta altura do ano começam aquelas propagandas aos biquínis, a suplementos que emagrecem não sei quantos quilos em poucas semanas sem exercício (devem ser mesmo milagrosos!) e isto influencia a maneira das pessoas aceitarem o tipo de corpo que têm. 
Em primeiro lugar: as modelos que fazem propaganda a este tipo de publicidade são sempre magras (demais, até assusta), com os ditos corpos perfeitos de Verão. Uma pessoa que se deixe influenciar facilmente ou vai gastar dinheiro em produtos que não vão fazer milagres ou então, o que acontece a maior parte das vezes, vão achar que não têm um corpo que possa ser exibido.
Gente, um corpo de Verão e um corpo de praia, é o corpo que cada um de nós tem! Que é perfeito para um biquíni, um fato de banho ou então como vieram ao mundo (para quem é fã de nudismo)! Eu, por exemplo, sendo uma pessoa que teve complexos com o corpo e lutei muito para melhorar isso, ainda hoje tenho celulite (não pensem que ela desaparece completamente assim de um dia para o outro) ainda tenho aquela barriguinha, as estrias (que como costumo dizer são as medalhas de todo o meu trabalho e orgulho-me delas) e as ditas dobrinhas. E não é por causa disso que vou deixar de ir para a praia e vestir os calções! Porque um verdadeiro corpo de Verão é um corpo onde o dono se ama! 
O corpo não é um “objeto” de estética mas sim um “objeto” funcional! Podem e devem tratar dele, mas não com o objetivo de “tem que ficar como a modelo X” ou “quero o corpo perfeito”! Devem sim pensar em tratar o corpo como a vossa “casa”. Afinal é lá que vamos “morar” toda a vida e temos que gostar da nossa casa. Quer ela ocupe muito ou pouco espaço! Deve ser bonita à vossa maneira! Ao vosso gosto! Entendem o que quero dizer?


Beijos, Catarina